Pit-Stop

Produção “Pit-stop” perfeita com o programa 5S!

O Programa 5-S

Localizar uma ferramenta ou recipiente de tinta passou a ser uma demorada “caça ao tesouro”? A área ao redor da impressora está coberta de respingos de tinta, o que a torna um espaço desagradável e perigoso para os operadores? Esses são apenas dois dos muitos exemplos de um local de trabalho confuso e desorganizado que pode resultar em desperdício e até lesões.

O Programa 5S diz respeito à reorganização do local de trabalho para criar condições que permitam que o desperdício seja eliminado ou que os problemas sejam resolvidos assim que surgirem.  Além disso, uma empresa que implemente esse programa tem o tipo de instalações impecáveis que o cliente teria o prazer de visitar – e está bem posicionada para trabalhar com vistas a um cenário do tipo “Pit-stop”, onde o preparo é só uma questão de minutos.

Os cinco elementos são:

1. Utilização (Sort)

Remover todos os itens na sala de tintas que não são utilizados na área de trabalho.

2. Organização (Set in order)

Organizar todos os itens para que possam ser encontrados quando necessário em um prazo de 30 segundos. Baldes limpos para as tintas, rolos de etiquetas, estoque de tintas devem estar todos em seus locais designados para retirada fácil e rápida. Itens utilizados com maior frequência devem ser os mais acessíveis.

3. Limpeza (Shine)

Limpar e inspecionar ferramentas, equipamentos e superfícies para detectar problemas assim que estes surjam. A limpeza frequente de câmaras ou recipientes de tinta possibilita identificar vazamentos e danos. Limpar os equipamentos no final de cada turno e limpar por completo a sala de tinta semanalmente.

Shine: ver a sala de tinta pelos olhos do visitante

4. Padronização (Standardise)

Tornar a organização do local de trabalho algo esperado. Isso exige liderança e comunicação clara junto à mão de obra, para definir os padrões de boas práticas, de modo que todos conheçam suas responsabilidades e apreciem a importância de conhecê-las.

5. Disciplina (Sustain)

Ao se estabelecer os quatro procedimentos “S” anteriores, eles devem passar a ser hábitos. Para evitar qualquer retrocesso ou declínio gradual ao antigo estado, realizar auditorias frequentes para garantir a melhoria contínua e criar uma cultura na qual se procura melhorar continuamente.

Organização do local de trabalho com dosagem e verificação de tinta

Um sistema de dosagem de tinta e teste de mesa melhora a sala de tintas e a área da impressão de diversas maneiras:

  • Há menos desordem – basta um número limitado de tintas de cor primária, que o dosador utiliza como ingredientes para misturar e obter a tonalidade específica da cor. Não são necessários pequenos baldes de tinta já prontas, o que ocupa um precioso espaço do estoque. Igualmente, toda a tinta devolvida pela impressora será rapidamente reutilizada em novas receitas.
  • Com o software que o acompanha, todo o estoque de tinta é registrado e etiquetado para fácil retirada. A qualquer momento, é possível saber quanto de tinta está disponível, onde ela se encontra – e para qual serviço.
  • Um local de trabalho impecável com mínima chance de derramamentos, vazamentos ou respingos. A tinta é automaticamente misturada na quantidade exata necessária, a partir de recipientes de cores primárias através de mangueiras até a cabeça dosadora e o balde. Não há necessidade de contato humano e o esforço para manter a limpeza é reduzido!
  • Os dosadores de tinta, com software que utiliza cores alvos digitais, além de testes que simulam a impressão, definem o padrão para a produção da cor. O processo se torna mensurável, previsível e replicável. Trata-se de uma forma mais confiável de atingir a precisão, com maior rapidez e menor recursos. Com equipamentos de fácil utilização e suporte do fornecedor dos sistemas, os operadores sentem-se motivados a adotar esse novo padrão – e talvez mais capacitados para atingir alvos mais elevados!

Em nosso próximo blog, abordaremos em detalhes o terceiro meio de identificar o desperdício na fábrica de transformação, conhecido como o “iceberg de custos”.

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